Durante depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes em benefícios do INSS, um advogado negou qualquer participação em irregularidades envolvendo a concessão indevida de auxílios e aposentadorias.
Segundo o depoente, sua atuação se restringia à representação legal de clientes em processos administrativos e judiciais, sem qualquer relação com eventuais falsificações de documentos ou manipulação de dados.
A investigação segue em andamento, e o caso reacende o debate sobre a responsabilidade ética e penal de advogados quando há suspeitas de irregularidades em demandas previdenciárias.
Nota técnica: a atuação do advogado deve sempre observar os princípios da boa-fé, sigilo profissional e diligência, conforme previsto no Estatuto da OAB e no Código de Ética da Advocacia.